domingo, 11 de dezembro de 2011

ArtesãoNato: Arte de dezembro (2011)

ArtesãoNato: Arte de dezembro (2011): Vida de artesão não é fácil!! Ainda mais quando, além de artesão se desenvolve outro trabalho... necessário para a sobrevivência, porque não...

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

ArtesãoNato: Oficina de Arte e Reciclagem

ArtesãoNato: Oficina de Arte e Reciclagem: Já pensou nos presentes de Natal? Aprenda uma arte e faça seus próprios presentes de Natal. Em Valinhos - 19/11/2011 Na Íris Homeopatia ...

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

domingo, 4 de setembro de 2011

Mungo-Verde: Como fazer em casa seu broto/germinado.

Mungo-Verde: Como fazer em casa seu broto/germinado.: Depois de um longo período ibernando (364 dias exatamente), cá estou eu de volta com um novo artigo. Bom, o nome do blog já diz: "Mungo...

Mungo-Verde: Célula de Germinação

Mungo-Verde: Célula de Germinação: Um modo fácil de plantar e transplantar. Produto comercial Comprei recentemente, via Internet, um produto que me agradou muito chama...

Mungo-Verde: Controle alternativo da tiririca (Cyperus rotundus...

Gosto muito do blog do  Neco, sempre com dicas práticas e interessantes...

Mungo-Verde: Controle alternativo da tiririca (Cyperus rotundus...: Tiririca é aquela praga conhecida e odiada, invasora de hortas, jardins, pomares que às vezes os torna impróprios para qualquer cultura. ...

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Horta Nova Escola - agosto de 2011

Início de projeto em agosto de 2011, idealizado para realizar com os alunos da Escola.
Inicialmente com as 7ªs séries - projeto com a profª Roberta, de história, para finalizar o estudo sobre o budismo.

preparo da mandala (terraplenagem com sr. Maestro) 
A maioria dos alunos ajudou a tirar a grama com enxada, enxadão e picareta.


dando forma à mandala...








domingo, 28 de agosto de 2011

hortinha em frente de casa

Fora o incêndio que quase destruiu a hortinha, ela vai de vento em popa. Muito alimento saudável, sem agrotóxicos e compartilhado com os bichos inclusive os humanos!

bananeiras

Ipê amarelo

palma, manjericão, couve...

citronela

lavanda

capuchinha

limão galego

mamão

Incêndio sem noção

As fotos falam por si mesmo.... o que faz uma pessoa cometer um ato tão brutal contra a natureza? Por que tem gente que desconta sua raiva, seu desgosto pela vida, suas frustrações em cima da natureza, que não pode falar, reclamar ou se defender... Essa floresta ao lado do meu prédio é habitada por macaquinhos, saracuras, cobras, anus e outros bichos. Bichos abandonando seus ninhos e talvez, muitos com filhotes dentro...


domingo, 21 de agosto de 2011

ArtesãoNato: oficina de mandalas e reciclagem

ArtesãoNato: oficina de mandalas e reciclagem: Trabalhos manuais são fórmulas simples para descarregar a tensão do dia-a-dia, alivia a sobrecarga da alta voltagem composta por trabalho, c...

sábado, 20 de agosto de 2011

o consumo que assusta


...o número de animais mortos em um único ano (2009) para serem transformados em alimentos: 52 bilhões de frangos, 2,6 bilhões de patos, 1,3 bilhão de porcos, 1,1 bilhão de coelhos, 633 milhões de perus, 518 milhões de ovelhas, 398 milhões de cabras, 293 milhões de bois, 24 milhões de búfalos asiáticos e 1,7 milhão de camelos.

19/08/2011
O consumo que assusta
Washington Novaes
(Jornalista)
Não faltam estudos para deixar com os cabelos de pé (os que os têm) quem se preocupa com o futuro da espécie humana neste planeta. Num deles, "Marine Ecology Progress Series", da Universidade do Havaí, Camilo Mora afirma que, com o ritmo atual do consumo de recursos no mundo, chegaremos a 2050 com uma população acima de 9 bilhões de pessoas, que precisará, para abastecê-la, de 27 planetas como a Terra. Quem olhar uma publicação recente da revista National Geographic (maio de 2011) talvez encontre ali reforço para a tese, ao saber qual foi o número de animais mortos em um único ano (2009) para serem transformados em alimentos: 52 bilhões de frangos, 2,6 bilhões de patos, 1,3 bilhão de porcos, 1,1 bilhão de coelhos, 633 milhões de perus, 518 milhões de ovelhas, 398 milhões de cabras, 293 milhões de bois, 24 milhões de búfalos asiáticos e 1,7 milhão de camelos.
Para ler o artigo acesse: http://bit.ly/ootlxU




quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Feira de Troca Solidária - Agosto - video


a oração que causou polêmica...

CERIMÓNIA DE ABERTURA DO SENADO DO KANSAS

Janeiro de 1996
Pai Celeste:
Estamos hoje diante de Ti para pedir perdão,
para buscar a Tua direcção e liderança.
Sabemos que a Tua palavra diz «cuidado com aqueles que ao mal chamam bem» mas isso é exactamente o que temos feito.
Perdemos o nosso equilíbrio espiritual e invertemos os nossos valores:
- Exploramos os pobres e chamamos-lhe sorte;
- Recompensamos a preguiça e chamamos-lhe bem-estar;
- Cometemos aborto e chamamos-lhe escolha;
- Matamos os que são a favor do aborto e achamos isso justificável;
- Negligenciamos a disciplina dos nossos filhos e chamamos-lhe construção de auto-estima;
- Abusamos do poder e chamamos-lhe política;
- Invejamos as coisas dos outros e chamamos-lhe ambição;
- Poluímos o ar com vulgaridades e pornografia e chamamos-lhe liberdade de expressão;
- Ridicularizamos os valores dos nossos antepassados e chamamos-lhe iluminismo.
Olha por nós, Oh Deus, conhece os nossos corações hoje: limpa-nos de todo o pecado e liberta-nos.
Amem.
Joe wright Rev. Joe Wright

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Quanta humanidade cabe em suas atitudes?

Você seria capaz de criar um dia assim para um invisível de sua comunidade? Assista! É incrível que tem gente que consegue fazer a diferença nesse mundo doido e que mostra que é possível criar um mundo melhor.

Um motorista de ônibus somaliano (nome: Mukhtar) na Dinamarca faz anos, vai trabalhar como em um dia qualquer. A empresa de ônibus organiza uma surpresa de parabéns para ele, com a participaçao de passageiros e de pessoas que se encontram na rua. Muito Humano.

domingo, 7 de agosto de 2011

Feira de Troca Solidária - Agosto

Muitas Trocas...

Ana Person, cantando, Denise Tordin e galera, animando com forró e Phelipe e Joyce, emocionando - Drum Poi.
Gente de Campinas, muitas crianças e o pessoal cada vez maior de Valinhos incrementando e compartilhando uma tarde maravilhosa.
Algumas palavras e emoções: Amor - Descoberta - Energia - Disponibilidade.
Próxima feita - 24 de setembro - 15h às 18h no mesmo local (Pq da Festa do Figo - salão do Clube de Mães)



Drum Poi (Joyce e Phelipe - hang drumm e malabares)

Cadeira para estressados como eu... 

Luiza e Giovana desestressando a gente, criatividade a flor da pele... 

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Somos Brasileiros ou Brasilianos?


Images (10)Por 500 anos mentiram para nós. Esconderam um dado muito importante sobre o Brasil. Disseram-nos que éramos brasileiros. Que éramos cidadãos brasileiros, que deveríamos ajudar os outros, pagando impostos sem reclamar nem esperar muito em troca.
Esconderam todo esse tempo o fato de que o termo brasileiro não é sinônimo de cidadania, e sim o nome de uma profissão. Brasileiro rima com padeiro, pedreiro, ferreiro.
Brasileiro era a profissão daqueles portugueses que viajavam para o Brasil, ficavam alguns meses e voltavam com ouro, prata e pau-brasil, tiravam tudo o que podiam, sem nada deixar em troca. Brasileiros não vêem o Brasil como uma nação, mas uma terra a ser explorada, o mais rápido possível. Investir no país é considerado uma burrice. Constituir uma família e mantê-la saudável, um atraso de vida.
São esses brasileiros que viraram os bandidos e salafrários de hoje, que sonham com uma boquinha pública ou privada, que só querem tirar vantagem em tudo. Só que você, caro leitor, é um brasiliano.  Brasiliano rima com italiano, indiano, australiano.  Brasiliano não é profissão, mas uma declaração de cidadania. 
Rima com americano, puritano, aqueles abnegados que cruzaram o Atlântico para criar um mundo melhor, uma família, uma nova nação. Que vieram plantar e tentar colher os frutos de seu trabalho, sempre dando algo em troca pelo que receberam dos outros. Gente que veio para ficar, criar uma comunidade, um lar.
Que investiu em escolas e educação para os filhos e produziu para consumo interno. Foram os brasilianos que fizeram esta nação, em que se incluem índios, negros e milhões de imigrantes italianos, espanhóis, japoneses, portugueses, poloneses e alemães que criaram raízes neste país. 
Brasilianos investem na Bolsa de Valores de São Paulo. Brasileiros investem em offshores nas Ilhas Cayman ou vivem seis meses por ano na Inglaterra para não pagar impostos no Brasil. 
Brasileiros adoram o livro O Ócio Criativo, de Domenico de Masi, enquanto os brasilianos não encontram livro algum com o título O Trabalho Produtivo, algo preocupante. Como dizia o ministro Delfim Netto, o sonho de todo brasileiro é mamar nas tetas de alguém.
Quem está destruindo lentamente este país são os brasileiros, algo que você, leitor, havia muito tempo já desconfiava. Infelizmente, o IBGE não pesquisa a atual proporção entre brasileiros e brasilianos neste país.
São as duas classes verdadeiramente importantes para entender o Brasil. Mais importante seria saber qual delas está aumentando e qual está diminuindo rapidamente, uma informação anual e estratégica para prevermos o futuro crescimento do país.  Não vou fazer estimativa, deixarei o leitor fazê-la com base nas próprias observações, para sabermos se haverá crescimento ou somente a continuação do "conflito distributivo" deste país. O eterno conflito entre aqueles que se preocupam com a geração de empregos e aqueles que só pensam na distribuição da renda. Os brasilianos desta terra não têm uma Constituição, que ainda é negada a uma parte importante da população. Uma Constituição feita pelos verdadeiros cidadãos, que estimule o trabalho, o investimento, a família, a responsabilidade social, a geração de renda, e não somente sua distribuição. Uma Constituição de obrigações, como a de construir um futuro, e não somente de direitos, de quem quer apenas garantir o seu. 
Precisamos escrever e reescrever nossos livros de história. Em vez de retratarmos o que os brasileiros(não) fizeram, precisamos retratar os belos exemplos e contribuições do povo brasiliano para esta terra. Um livro sobre a História Brasiliana, da qual teríamos muito que nos orgulhar. Vamos começar 2008 tentando ser mais brasilianos e menos brasileiros. 
São 500 anos de cultura brasileira que precisamos mudar, a começar pela nossa própria identidade, pelo nosso próprio nome, pela nossa própria definição. 
Stephen Kanitz é administrador (www.kanitz.com.br)

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Por que ser vegano?

Quando rompi a barreira de passar 15 dias sem comer carne, percebi que poderia viver sem ela. Foi durante um evento de educação democrática em Mogi das Cruzes em 2007. Antes disso lembro que poucas vezes pensei em parar, uma delas foi quando viajava e fiquei atrás de um caminhão de galinhas. Não conseguia ultrapassar e aquele cheiro característico, me fez perceber que elas estavam vivas, num amontoado de galinhas, umas sobre as outras em cestas vazadas. No dia estava frio e chovendo, e elas estavam lá no frio e na chuva e com um vento, viajando a sei lá quantas horas, ou, dias. Chega, foi o bastante, ultrapassei e parei de pensar. Algumas vezes me vinha a mente aquela cena, mas, era só desligar e não sofria mais. É estranho pensar como eu fui indiferente e insensível durante tanto tempo depois de começar a enxergar uma verdade. Não pensar é uma forma de afastar o problema que incomoda. O fato de eu estar pensando nas galinhas, na sua dor e não poder fazer nada... eu acreditava que necessitava de carne, que isso era uma coisa normal, todos comiam carne... mas, e o sofrimento delas? Não pensar. Até que experimentei não comer carne durante 15 dias. A alimentação do evento era ovolactovegetariana. Sobrevivi, mas, tinha esquecido das galinhas. Um novo evento, um curso de permacultura, e novamente 10 dais sem carne. Conversa com um e com outro, me falaram de um vídeo: Terráqueos, que iria mexer comigo. Realmente, quando retornei à minha casa ao assisti-lo, fiquei chocado com as cenas que vi, fora as que eu não consegui ver... Terráqueos é uma carnificina do começo ao fim. O pior que não é ficção, mas, realidade. Me indicaram outro vídeo mais "light", A Carne é fraca. Além do lado do animal, mostra em números a poluição causada pela produção de animais para abate,  o impacto no planeta, no meio ambiente e na economia. Me convenceu. Parei com a carne. Comecei a pesquisar o que é ser vegetariano e vi que tem outro termo, vegano, que é mais que o vegetariano, além de não comer carne não consome nada de origem animal. /Vou começar como vegetariano. Pensei comigo mesmo que não vou compartilhar com a matança dos animais e assim, parei de comer carnes. Uma decisão difícil mas, sustentada pela compaixão pelos animais e também pelos números alarmantes de impactos no meio ambiente e na vida das pessoas. Achei até hoje, que estava satisfeito com minha escolha, até que meu filho, que não é vegetariano, me mandou um vídeo de uma palestra de um ativista americano. Mais uma porrada. Ele conta uma história da visita à uma fazenda de produção de leite e diz com todas as letras que é mais cruel tomar um copo de leite do que comer um bife. Na história havia uma vaca, urrando com todas as forças pois tiraram seu filhote. As vacas só dão leite por causa da cria. Na verdade a gente toma o leite que era para o seu filhote. Imaginei uma mãe sendo estuprada para ter um filho só para roubarem o leite dela... Chega. Acho que já adiei demais. Eu aprendi nesse tempo como vegetariano a valorizar as frutas, verduras e coisas da terra, inclusive plantando. Não vou sentir mais falta dos queijos e dos ovos. Um vício a menos...











consumo de carne é:
economicamente INVIÁVEL,
socialmente INJUSTO,
ambientalmente PREJUDICIAL,
ecologicamente INSUSTENTÁVEL,
nutricionalmente DESNECESSÁRIO e
moralmente INACEITÁVEL


quinta-feira, 21 de julho de 2011

Ecologia e Espiritismo


Ecologia e Espiritismo

É urgente que o movimento espírita absorva e contextualize, à luz da doutrina, os sucessivos relatórios científicos que denunciam a destruição sem precedentes dos recursos naturais não renováveis, no maior desastre ecológico de origem antrópica da história do planeta. Os atuais meios de produção e de consumo precipitaram a humanidade na direção de um impasse civilizatório, onde a maximização dos lucros tem justificado o uso insustentável dos mananciais de água doce, a desertificação do solo, o aquecimento global, a monumental produção de lixo, entre outros efeitos colaterais de um modelo de desenvolvimento “ecologicamente predatório, socialmente perverso e politicamente injusto”.

Na pergunta 705 do Livro dos Espíritos, no capítulo que versa sobre a Lei de Conservação, Allan Kardec pergunta: “Porque nem sempre a terra produz bastante para fornecer ao homem o necessário?”, ao que a espiritualidade responde: “É que, ingrato, o homem a despreza! Ela, no entanto, é excelente mãe. Muitas vezes, também, ele acusa a Natureza do que só é resultado da sua imperícia ou da sua imprevidência. A terra produziria sempre o necessário, se com o necessário soubesse o homem contentar-se” (...).
É evidente que em uma sociedade de consumo, nenhum de nós se contenta apenas com o necessário. A publicidade se encarrega de despertar apetites vorazes de consumo do não necessário - daquilo que é supérfluo, descartável, inessencial - renovando a cada nova campanha a promessa de felicidade que advém da posse de mais um objeto, seja um novo modelo de celular, um carro ou uma roupa. Para nós espíritas, é fundamental que o alerta contra o consumismo seja entendido como uma dupla proteção : ao meio ambiente - que não suporta as crescentes demandas de matéria-prima e energia da sociedade de consumo, onde a natureza é vista como um grande e inesgotável supermercado – e ao nosso espírito imortal, já que, segundo a doutrina espírita, uma das características predominantes dos mundos inferiores da Criação é justamente a atração pela matéria. Nesse sentido, não há distinção entre consumismo e materialismo, e nossa invigilância poderá custar caro ao projeto evolutivo que desejamos encetar . Essa questão é tão crucial para o Espiritismo, que na pergunta 799 do Livro dos Espíritos, quando Kardec pergunta “de que maneira pode o Espiritismo contribuir para o progresso?”, a resposta é taxativa: “Destruindo o materialismo, que é uma das chagas da sociedade.(...)”
Uma das mais prestigiadas organizações não governamentais do mundo, o Worldwatch Institute, com sede em Washington, divulga anualmente o relatório “Estado do Mundo”, uma grande compilação de dados e estudos científicos que revelam os estragos causados pelo atual modelo de desenvolvimento. Na última versão do relatório, referente ao ano de 2004, afirma-se que “o consumismo desenfreado é a maior ameaça à humanidade”. Os pesquisadores do Worldwatch denunciam que “altos níveis de obesidade e dívidas pessoais, menos tempo livre e meio ambiente danificado são sinais de que o consumo excessivo está diminuindo a qualidade de vida de muitas pessoas”.

Aos espíritas que mantém uma atitude comodista diante do cenário descrito nessas breves linhas, escorados talvez na premissa determinista de que tudo se resolverá quando se completar a transição da Terra ( de mundo de expiações e de provas para mundo de regeneração) é bom lembrar do que disse Santo Agostinho no capítulo III do Evangelho Segundo o Espiritismo. Ao descrever o mundo de regeneração, Santo Agostinho diz que mesmo livre das paixões desordenadas, num clima de calma e repouso, a humanidade ainda estará sujeita “às vicissitudes de que não estão isentos senão os seres completamente desmaterializados; há ainda provas a suportar (...) e que “nesses mundos, o homem ainda é falível, e o Espírito do mal não perdeu , ali, completamente o seu império. Não avançar é recuar , e se não está firme no caminho do bem, pode voltar a cair nos mundos de expiação, onde o esperam novas e terríveis provas”. Ou seja, não há mágica no processo evolutivo: nós já somos os construtores do mundo de regeneração, e , se não corrigirmos o rumo na direção do desenvolvimento sustentável, prorrogaremos situações de desconforto já amplamente diagnosticadas.

Não é possível, portanto, esperar a chegada do mundo de regeneração de braços cruzados. Até porque, sem os devidos méritos evolutivos, boa parte de nós deverá retornar à esse mundo pelas portas da reencarnação. Se ainda quisermos encontrar aqui estoques razoáveis de água doce, ar puro, terra fértil, menos lixo e um clima estável - sem os flagelos previstos pela queima crescente de petróleo, gás e carvão que agravam o efeito estufa – deveremos agir agora, sem perda de tempo.

Depois que a ONU decretou que 2003 seria o ano internacional da água doce, os católicos não hesitaram em, pela primeira vez em 40 anos de Campanha da fraternidade, eleger um tema ecológico: “Água: fonte de vida”. Mais de 10 mil paróquias em todo o Brasil foram estimuladas a refletir sobre o desperdício, a poluição e o aspecto sagrado desse recurso fundamental à vida. E nós espíritas? O que fizemos, ou o que pretendemos fazer? O grande Mahatma Gandhi - que afirmou certa vez que toda bela mensagem do cristianismo poderia ser resumida no sermão da montanha – nos serve de exemplo, quando diz “sejamos nós a mudança que nós queremos ver no mundo”.



Fonte 

André Trigueiro (autor deste artigo)Escritor, Jornalista da TV Globo e
autor do livro 'Mundo Sustentável'
http://www.mundosusten

quinta-feira, 7 de julho de 2011

WALDEN: Blog da Amanda: Porque não aceitei o prêmio do PNB...

WALDEN: Blog da Amanda: Porque não aceitei o prêmio do PNB...: "Blog da Amanda: Porque não aceitei o prêmio do PNBE : 'Oi, Nesta segunda,o Pensamento Nacional de Bases Empresariais (PNBE) vai entregar o ..."

quarta-feira, 6 de julho de 2011

A Teia da Vida...

De uma coisa sabemos. A terra não pertence ao homem: é o homem que pertence à terra, disso temos certeza. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une uma família. Tudo está relacionado entre si. Tudo quanto agride a terra, agride os filhos da terra. Não foi o homem quem teceu a trama da vida: ele é meramente um fio da mesma. Tudo o que ele fizer à trama, a si próprio fará.


carta so Chefe Seattle ao presidente dos Estados Unidos em 1854 >>>

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Brasil à venda. E há quem compre

ARTIGO DE fREI BETTO
Brasil à venda. E há quem compre
Quem costuma ir à feira, ao mercado ou ao supermercado para comprar alimentos sabe muito bem que eles têm subido de preços. A inflação começa a ficar fora de controle. O governo Dilma está consciente de que este é o seu calcanhar de Aquiles.

Os juros tendem a subir e a União anunciou um corte de R$ 50 bilhões no orçamento federal. (Espero que programas sociais, Saúde e Educação escapem da tesoura). Tudo para impedir que o dragão desperte e abocanhe o pouco que o brasileiro ganhou a mais de renda nos oito anos de governo Lula.

Lá fora, há uma crise financeira, uma hemorragia especulativa difícil de estancar. Grécia, Irlanda e Portugal andam de pires nas mãos. Na Europa, apenas a Alemanha tem crescimento significativo. Nos EUA, o índice de crescimento é pífio, três vezes inferior ao do Brasil.

Por que a alta do preço dos alimentos? Devido à crise financeira, os especuladores preferem, agora, aplicar seu dinheiro em algo mais seguro que papéis voláteis. Assim, investem em compra de terras.

Outro fator de alta dos preços dos alimentos é a expansão do agrocombustível. Mais terras para plantar vegetais que resultam em etanol, menos áreas para cultivar o que necessitamos no prato.

Produzem-se alimentos para quem pode comprá-los, e não para quem tem fome (é a lógica perversa do capitalismo). Agora se planta também o que serve para abastecer carros. O petróleo já não é tão abundante como outrora.

Nas grandes extensões latifundiárias adota-se a monocultura. Plantam-se soja, trigo, milho... para exportar. O Brasil tem, hoje, o maior rebanho do mundo e, no entanto, a carne virou artigo de luxo. Soma-se a isso o aumento dos preços dos fertilizantes e dos combustíveis, e a demanda por alimento na superpopulosa Ásia. Mais procura significa oferta mais cara. A China desbancou os EUA como principal parceiro comercial do Brasil.

Soma-se a essa conjuntura a desnacionalização do território brasileiro. Já não se pode comprar um país, como no período colonial. Ou melhor, pode, desde que de baixo para cima, pedaço a pedaço de suas terras.

Há décadas o Congresso está para estabelecer limites à compra de terras por estrangeiros. Enquanto nossos deputados e senadores engavetam projetos, o Brasil vai sendo literalmente comido pelo solo.

Em 2010, a NAI Commercial Properties, transnacional do ramo imobiliário, presente em 55 países, adquiriu no Brasil, para estrangeiros, 30 fazendas nos estados de GO, MT, SP, PR, BA e TO. Ao todo, 96 mil hectares! Muitas compradas por fundos de investimentos sediados fora do nosso país, como duas fazendas de Pedro Afonso, no Tocantins, somando 40 mil hectares, adquiridas por R$ 240 milhões. Pagou-se R$ 6 por hectare. Hoje, um hectare no estado de São Paulo vale de R$ 30 mil a R$ 40 mil. É mais negócio aplicar em terras que em ações da Bolsa.

Segundo a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), ano passado cerca de US$ 14 bilhões foram destinados, no mundo, a compras de terras para a agricultura. As brasileiras constaram do pacote. Estima-se que a NAI detenha no Brasil mais de 20% das áreas de commodities para a exportação.

O escritório da NAI no Brasil conta com cerca de 200 fundos de investimentos cadastrados, todos na fila para comprar terras brasileiras e destiná-las à produção agrícola.

O alimento é, hoje, a mais sofisticada arma de guerra. A maioria dos países gasta de 60 a 70% de seu orçamento na compra de alimentos. Não é à toa que grandes empresas alimentícias investem pesado na formação de oligopólios, culminando com as sementes transgênicas que tornam a lavoura dependente de duas ou três grandes empresas transnacionais.

O governo Lula falou muito em soberania alimentar. O de Dilma adota como lema “Brasil: país rico é país sem pobreza”. Para tornar reais tais anseios é preciso tomar medidas mais drásticas do que apertar o cinto das contas públicas.

Sem evitar a desnacionalização de nosso território (e, portanto, de nossa agricultura), promover a reforma agrária, priorizar a agricultura familiar e combater com rigor o desmatamento e o trabalho escravo, o Brasil parecerá despensa de fazenda colonial: o povo faminto na senzala, enquanto, lá fora, a Casa Grande se farta à mesa às nossas custas.
________________________________________
Frei Betto é escritor e religioso dominicano. Recebeu vários prêmios por sua atuação em prol dos direitos humanos e a favor dos movimentos populares. Foi assessor especial da Presidência da República entre 2003 e 2004. É autor de "Batismo de Sangue", e "A Mosca Azul", entre outros.

Momento Sustentabilidade: Você consome alimentos da estação e produzidos loc...

Momento Sustentabilidade: Você consome alimentos da estação e produzidos loc...: "Se sim, parabéns. Contribuir para a redução do uso de agrotóxicos e para a utilização mais racional dos recursos do planeta é um ato susten..."

terça-feira, 28 de junho de 2011

Momento Sustentabilidade: 2012 Tempo de Mudanças

Momento Sustentabilidade: 2012 Tempo de Mudanças: "'2012: Tempo de Mudança' projeta uma alternativa radical `a visão apocalíptica e fatalista que vivemos no momento. Dirigido por João Amori..."

segunda-feira, 27 de junho de 2011

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Encontro de Troca Solidária em Valinhos dia 18/6

Aconteceu o encontro de trocas no Clube de Mães, no parque da festa do figo, dia 18 de junho.
Muitas trocas, no sentido mais amplo. Na minha avaliação, apesar da divulgação, muitos ainda não conhecem ou não entendem o sentido de um encontro de trocas como esse. Talvez confundam com feira do rolo, talvez com uma forma de ganho mascarada, ou talvez nem pensem... De qualquer forma, os presentes se motivaram bastante e conseguiram promover um encontro bastante significativo para todos. Algumas mães, amigos, amigos de amigos, gente de outra cidade, enfim, penso que foi o início de muitas possibilidades. Há quem olhe por um outro lado e pense que foram poucas pessoas, mas, dentro da minha visão de permacultor, as soluções pequenas e lentas são mais naturais. Portanto, posso afirmar que o encontro foi um sucesso!
Saímos motivados para o próximo encontro, já agendado para dia 23 de julho, um sábado, as 14h no mesmo local.
O que tinha para trocar?
bananas, maracujás, mudas de suculentas, violão, revistas de receitas, livros, cd's, dvd's, sapatos femininos, roupas, urso gigante, brinquedos (só uma criança...), oficina de origami, esterilizador de ambiente, shiatsu e massagem energética, reiki, utensílios domésticos, música, patês e chás diversos, muitos olhares, amizades e conhecimentos.
Se você tem interesse em participar de uma experiência única, um exercício de desprendimento, de criação de uma nova realidade socialmente justa,  que não exclui ninguém, que valoriza o ser humano e as relações, que gera criatividade, que gera possibilidades de interação, participe desse movimento de economia solidária. Saiba mais, conheça mais, faça encontros como esse em seu prédio, em seu bairro, em sua rua, em sua escola, em sua empresa, em sua comunidade... crie oportunidades de um encontro de trocas sem envolvimento de dinheiro e a energia do capital. Experimente!

Compartilho algumas experiências de trocas e de economia solidária:
Textos e cartilhas sobre economia solidária e feiras de trocas - http://www.cefuria.org.br/site/tematicas/economia-solidaria.php
Feira do Glicério (SP) - http://feiradetrocascentro.blogspot.com/

Banco Social - http://www.youtube.com/watch?v=jWZP997S7TE

Faça contato com a gente para a próxima feira. Deixe um post ou e-mail (betosamu@gmail.com)





 oficina de origami
 blues a la xixa
 chás e patês

  partilha (avaliação final)


quarta-feira, 15 de junho de 2011

Economia Solidária, feira de troca, consumo cooperado

Ontem, roda de conversa na Iris sobre o tema Economia Solidária.
Poucos foram. Talvez o frio, talvez o tema... não sei. O fato é, constatação minha, fora os 5 "entusiasmados", muitos "convidados" não puderam experimentar um novo olhar sobre a economia, sobre a vida... talvez, não queiram olhar, talvez não acreditem mais, talvez nem pensaram, talvez já saibam...
Marquei o entusiasmado pq eu vi ontem cedo, em um video o Galeano falando sobre o significado de entusiasmado: "ter os deuses dentro". Ele foi abordado por um repórter na Catalunya... na praça, e falou dessa vitamina E, e ontem, apesar de poucos, pude sentir isso... dentro das pessoas que estavam lá, que trocamos muito mais do que bananas, livro, sabonete, bilhete e CD... trocamos essa vitamina... E de entusiasmo, E, de esperança, E, de energia... é muito bom!!! principalmente qdo vejo jovens na busca de um mundo diferente, um mundo melhor, dispostos a pensar, a repensar e a nadar contra isso tudo que ai está... como diz Galeano, "me faz sentir q viver vale a pena".
Dentro desse espírito, compartilho aqui no blog idéias, leituras, e links sobre a Economia Solidária para quem quiser experimentar um novo olhar...

Banco Palmas - uma das maiores e melhores experiências positivas sobre economia solidária - um bairro da periferia de fortaleza, pobre, criou uma moeda social forte e uma economia que devolveu a dignidade dos moradores que tinham sido expulsos da Aldeota, bairro classe média em expansão.
http://www.youtube.com/watch?v=jWZP997S7TE,
http://www.youtube.com/watch?v=h8YLFKr7lZs e
http://www.youtube.com/watch?v=0bVrBk4Em9A
são 3 links de pequenos vídeos que mostram essa forma de ver uma economia, que não exclui, que valoriza a cooperação, a solidariedade, o ser humano, as relações, a dignidade do trabalhador e seu trabalho,. a criatividade, a democracia verdadeira, que valoriza a diversidade, o saber local, a justiça social, onde todos são "prossumidores" (consumidores e produtores) e, finalmente cuida do meio ambiente.
Um banco social empresta dinheiro a quem dele precisa e investe em seu futuro. Investe na vida! O banco é uma associação entre pessoas e atendem às pessoas e não a interesses individuais que visam o lucro, o acumulo, a exploração e a pilhagem de recursos.
Algumas das ferramentas da economia solidária: banco social, feira de troca solidária, compras coletivas, classificados solidários, cooperativas de crédito, consumo cooperado... tudo isso não é novo... mas, coisas que nos fizeram esquecer pois não contribuem para a outra economia insustentável que oprime, que explora...
onde 20 % se beneficia e 80 % vive das migalhas.

A feira de troca é uma alternativa viável ao assistencialismo humilhante e criador de uma sociedade de pedintes. Experimente a feira de trocas: marque com o grupo do seu prédio, da sua rua, do seu bairro. Ao invés de uma reunião de condomínio chata que ninguém vai... comece a fazer uma vez por semana um encontro com os moradores para trocas. Troca de brinquedos entre as crianças, de roupas entre as mulheres, de conhecimentos, de serviços, de livros, de artesanato, de cds, enfim, de qualquer coisa. Inclua a sua empregada, o faxineiro do prédio, o porteiro, o zelador, o morador de rua da esquina, a criança que fica na esquina pedindo esmola ou fazendo malabares na frente dos carros, o beberrão do bar da esquina... isso sim, é justiça social. Isso sim é caridade. Isso sim é respeitar a dignidade das pessoas. Porque não há ninguém melhor que ninguém. Em pouco tempo vcs vão sentir que todos os problemas vão poder se resolver com a feira. As pessoas vão interagir mais, vão se respeitar mais, vão criar condições melhores para o diálogo, para escutar, porque também serão escutados...

http://www.cefuria.org.br/site/tematicas/economia-solidaria.php
http://feiradetrocascentro.blogspot.com/
Estes links levam para algumas idéias a mais sobre economia solidária e feira de trocas

Consumo Cooperado
é uma outra ferramenta que aproxima muito as pessoas e criam condições reais de inclusão, bem estar e melhoria de vida. Quanto nós gastamos com coisas inúteis comprando produtos caros e que ficarão numa prateleira de armário empoeirando e ficando velho? Uma furadeira por exemplo: a vida útil dela é de apenas 15 minutos. É incrível q compremos um produto caro para usar apenas 15 minutos porque precisamos de um buraco. Nós não precisamos do CD quando queremos música, não precisamos do DVD qdo queremos na realidade o filme, nem muito menos livro, quando queremos história. Quanta coisa podemos Compartilhar? emprestar? Alugar? Dar? É só criar as condições para isso. em um prédio, numa rua, quantas coisas podemos trocar, doar, alugar, emprestar... assim sobra dinheiro para uma festa, para uma viagem, para se criar uma cooperativa de crédito e, quem sabe também para comprar coisas para todos, para o prédio, para a rua, para o bairro. Há cidades no mundo que tem produtos brancos, que são produtos de uso comum. Qualquer um vai lá, usa e guarda. Bom, talvez vc possa estar pensando que aqui no Brasil isso não vai dar certo... provavelmente não, no começo, mas, com um tempo, todos vão enxergar que é assim que se pode construir um mundo melhor, construindo relações melhores, acreditando no futuro, nas idéias, nas utopias.
Compartilho algumas idéias sustentáveis que andei pesquisando e pensando...>>> http://momentosustentabilidade.blogspot.com/

RELEMBRANDO O CONVITE: Sábado dia 18 de junho - as 14h Encontro de Troca Solidária - no salão do clube de mães de Valinhos - na festa do Figo. APAREÇA!!!

horta da Apae em junho

Colheita farta! Alface, chicória, salsa, cebolinha, espinafre, abobrinha, pepino, manjericão, girassol, capuchinha, hortelã.... agora, trabalho a mais, c arrumar algumas pisadas de bola: duas empresas que foram colocar a cerca viva e o alambrado, em função do serviço deles mataram pés de milho, girassol, algumas flores, chuchu e vagem. Será que tá certo isso? Um desrespeito à natureza, ao próximo e aos alunos que se dedicaram em plantar tudo. Enfim, já não são poucos os que plantam este tipo de atitude e uma hora vão colher os frutos dessa colheita, com certeza.
Vamos às fotos:
capuchinha

chicória crescendo

eu e Luis

belos girassóis com as capuchinhas em flor ao fundo


muito verde

desrespeito 1 (repare onde colocaram o poste depois de tirado e olha o tijolo...)

desrespeito 2 (a sobra da colocação da murta foi parar 
em cima do composto que estava quase pronto. 2 meses de trabalho jogados fora)

repolho e chicória

os tomates de vento em popa